Dar o primeiro passo costuma ser a parte mais difícil. Essa página existe para que você saiba exatamente o que esperar — do contato até o processo terapêutico.
Como funciona o primeiro contato
O primeiro contato é simples: você manda uma mensagem pelo WhatsApp, a gente conversa brevemente sobre o que te trouxe até aqui e, se fizer sentido, combina um horário para a primeira sessão. Não há compromisso nessa etapa — é só uma conversa.
Muitas pessoas chegam sem saber exatamente o que dizer. Isso é normal. Você não precisa ter um discurso pronto nem saber o nome do que está sentindo. Uma frase basta: "não estou bem" ou "preciso conversar com alguém" já é um começo.
Se tiver dúvidas antes de marcar — sobre o processo, os valores, a abordagem — pode perguntar também. Estou disponível para responder pelo WhatsApp antes mesmo da primeira sessão.
Tirar uma dúvida ou marcar uma sessão
Sem formulário, sem fila de espera. Só uma mensagem.
Falar pelo WhatsAppO que esperar da primeira sessão
A primeira sessão não tem um roteiro fechado. É um espaço para você contar o que está vivendo — o que te pesa, o que te incomoda, o que te trouxe até aqui. Não há certo ou errado no que você traz.
Minha função nesse momento é escutar com atenção e fazer perguntas que ajudem a ampliar o entendimento sobre o que está acontecendo. Não há diagnóstico na primeira sessão, nem respostas prontas. O que há é presença e escuta.
Ao final, conversamos sobre o que faz sentido seguir — se o acompanhamento é indicado, com que frequência, e como seria o processo. Tudo isso de forma aberta e sem pressão.
"Às vezes, o que mais alivia não é ter a resposta — é ter um espaço onde a pergunta pode ser dita em voz alta."
Duração e frequência das sessões
Cada sessão tem 50 minutos de duração. Esse tempo existe por uma razão: é o suficiente para entrar num assunto com profundidade e também para que o processo não se torne exaustivo.
A frequência mais comum no início do processo é semanal. A regularidade importa porque a terapia é um processo — não uma consulta isolada. É na continuidade que os movimentos acontecem: uma semana você traz algo, na seguinte aquilo já se transformou um pouco.
Com o tempo, é possível espaçar para quinzenal, dependendo do momento e do que está sendo trabalhado. Isso é decidido junto, ao longo do processo.
Terapia como processo de cuidado e transformação
A terapia não é uma solução imediata. Ela é um processo — e essa palavra importa. Um processo tem começo, tem movimentos, tem tempo. Não dá pra apressar o que precisa ser elaborado.
O que acontece dentro de uma sessão raramente fica dentro dela. Você sai e continua pensando, sentindo, revisitando. Às vezes uma pergunta feita na quinta-feira só encontra resposta na terça seguinte, no meio de uma conversa com alguém. Isso faz parte.
A Terapia Sistêmica, abordagem que utilizo, entende que cada pessoa existe dentro de uma rede de relações e de uma história que a constitui. O sofrimento não vive no indivíduo isolado — ele tem contexto, tem padrões, tem sentido. Quando a gente começa a enxergar esse contexto, algo muda.
Esse processo de transformação não é linear. Tem semanas em que parece que nada se move e outras em que algo se reorganiza de forma que você nem esperava. O que sustenta o processo é justamente a continuidade — o compromisso de continuar mesmo quando é difícil.
Terapia e remédio: papéis diferentes, ambos importantes
Uma dúvida comum é sobre a relação entre terapia e medicação. E vale deixar claro: são recursos diferentes, com lógicas distintas — mas que, em muitos casos, funcionam melhor juntos.
A medicação psiquiátrica atua no substrato biológico do sofrimento. Ela pode reduzir a intensidade de sintomas como ansiedade intensa, episódios depressivos graves ou insônia severa — criando condições para que a pessoa consiga, de fato, trabalhar em terapia. Em certos momentos da vida, o remédio é necessário. Isso não é fraqueza — é cuidado.
A terapia, por sua vez, trabalha em outro nível. Ela não trata sintomas diretamente — ela investiga os padrões que os sustentam. Por que essa ansiedade aparece nesse contexto? De onde vem essa dificuldade de se sentir suficiente? Como a história dessa pessoa a colocou nesse lugar? São perguntas que a medicação não responde — e que o processo terapêutico pode ajudar a explorar.
Dito isso: não é necessário estar em acompanhamento psiquiátrico para começar a terapia. Muitas pessoas chegam sem medicação e assim seguem. A decisão sobre usar ou não um medicamento é sempre do médico psiquiatra — meu papel é outro.
"Terapia não substitui remédio, nem remédio substitui terapia. São caminhos diferentes que, quando necessários, podem caminhar juntos."
Onde acontecem as sessões
Ofereço atendimento presencial nos consultórios de Viamão e Porto Alegre (Mont'Serrat), e atendimento online por videochamada para qualquer cidade do Brasil.
O presencial tem o espaço físico do consultório — um ambiente reservado, sem as interferências de casa. O online oferece flexibilidade de local e horário, sem perder a qualidade do processo.
Presencial em Viamão
Consultório no centro de Viamão, com horários flexíveis ao longo da semana.
Presencial em Porto Alegre
Consultório no bairro Mont'Serrat, Porto Alegre.
Online para todo o Brasil
Sessões por videochamada com a mesma qualidade do presencial, para qualquer cidade do país.
Horários e valores
Consulte disponibilidade e condições pelo WhatsApp antes de marcar.
Pronto para dar o primeiro passo?
Me manda uma mensagem, sem compromisso, e a gente conversa sobre como posso te ajudar.
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